Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Arquitetura do Futuro - Pedro Gadanho

Pedro Gadanho nos fala sobre a Arquitetura do Futuro e como ela tem sido vista nas obras de arte e cinema. E como os cenários e especulações sobre o amanhã podem contribuir para a Arquitetura.
 Como uma fã de ficção científica adorei o video abaixo. Muitas das imagens que marcaram minhas leituras e visões de filmes e séries aguçaram a minha curiosidade e criatividade. Esse exercício saudável e instigante de prever o cenário do amanhã é uma atividade muito interessante e uma importante reflexão crítica sobre o presente.
"No entanto, sou daqueles que acham que as crises são proveitosas porque conduzem à reflexão e, in extremis, aos momentos de mudança de paradigma. Para mim a sugestão da crise dos últimos anos - crise social e econômica e só depois de expressão e de expressões culturais - é que, perante a escassez de recursos, teremos que nos voltar para outras formas de pensar e de solucionar os problemas e os desequilíbrios do quotidiano. Nesse sentido talvez se tenha que deslocar a tônica da “resolução dos problemas” de um passado recente claramente ocidental - baseado na ideia de progresso e de prosperidade da sociedade afluente - para as lógicas de actuação, as formas de criatividade emergentes, se assim se quiser, de sociedades que, no passado recente e no presente, enfrentaram e enfrentam muito maiores dificuldades e desequilíbrios do que as sociedades ocidentais avançadas."

Entrevista com o arquiteto AQUI

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