A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós
Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...




Eu não era muito antenado nessas coisas mas descobri o flipboard, mudou minha vida. Recentemente também comecei a seguir algumas pessoas no Instagram. Saiu uma reportagem no archdaily dos 25 que todo arquiteto deveria seguir. Eu aderi! Muito boa sua publicação. Já sou seu fã.
ResponderExcluirObrigada Fagner! A web nos proporciona uma campo imenso para pesquisar, trocar e encontrar pessoas e profissionais interessantes. Abraços e sucesso
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