A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós

Imagem
Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...

Passando o Natal e já prevendo o Ano Novo

Já falamos de árvores de Natal e presentes. Mas verdade seja dita, quando o Natal começa muito cedo como agora - em outubro já vejo decorações sendo feitas - quando chega dezembro falar nele parece assunto requentado. O que sobra para dizer que alguém já não tenha falado? Talvez mostrar como seriam árvores de Natal feitas (ou melhor, projetadas) por arquitetos famosos. Mas isso também já foi mostrado...
FONTE
Sobra então fazer o tradicional balanço do ano, agradecer o que de bom aconteceu, aprender com os erros e soprar para bem longe os maus fluidos. E pensando bem, isso já é coisa que se faz no Ano Novo.

Falta ainda um mês para o 31 de dezembro? Mas já dá para pensar em como comemorar de maneira bacana, não é verdade? Se Natal é festa de família, reveillon é festa de amigo, é hora de se abrir ao mundo, comemorar mais uma virada de calendário e mais trezentos e tantos dias para se tomar novas resoluções e fazer acontecer.
Procuro uma alegria
uma mala vazia
do final de ano
e eis que tenho na mão
- flor do cotidiano -
é voo de um pássaro
é uma canção.


Drummond

Uma das coisas mais chatas do dia de Ano Novo é esperar por ele. Por isso achei a ideia dos leques relógios e da rolhas com as horas muito, muito bacana. É algo simples de fazer e pode render gostosas brincadeiras.
Outra ideia bem bacana são os poás, as famosas bolinhas sempre tão clássicas. Vejam um jeito bem bacana de usa-las para tornar a sua festa mais glamurosa na imagem acima.

Outra ideia nem simpática são esses cup cakes em formato de relógio. Um jeito delicioso de passar as horas ( gente, eu tenho um relógio quase igual ao da foto!)

Quem me acode à cabeça e ao coração
neste fim de ano, entre alegria e dor?
Que sonho, que mistério, que oração?
Amor


Fontes - PINTEREST e Lendo Revistas

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

Processo da Arquitetura

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Captar água da chuva