Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Aprender a pensar - a magia de Fibonacci


Estudar matemática não apenas para aprender a contar, mas para aprender a pensar!  

Fiquei fascinada pela apresentação do Arthur Benjamim falando sobre a mágica que é a matemática no mundo e usando como exemplo a fantástica sequência Fibonacci.

A Arquitetura, como ciência exata que também é, usa as proporções matemáticas para gerar harmonia e beleza. Vemos muitos exemplos em prédios, em design e em móveis. 

Mas o que mas me fascinou na apresentação do matemático foi a maneira apaixonada como apresentou, fazendo com que a sequência fibonacci se torne algo não hermético, não complexo e de difícil entendimento, não algo entediante e assustador como costuma ser incutido na mente da gente desde criança, que matemática é um bicho assustador. E sim como uma linda charada, um jogo fascinante de descobertas e de raciocínio lógico.  

Aprender a pensar. Função de mestre.


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