Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Ótima matéria, Elenara.
ResponderExcluirRealmente esse assunto é um ponto relevante a se pensar, pois sempre teremos casos onde o lado consumista e corporativo das organizações tentará de todas as formas empurrar projetos que tragam um retorno financeiros maior. Por outro lado, com uma olhar mais minimalista, teremos opiniões defendendo a preservação da maior parte de uma obra.
Partindo do exemplo do estádio, muitos não se atentam que não é apenas ele, mas uma obra desse porte envolve muito outros elementos, como por exemplo todo o tratamento externo dos ambientes para recepcionar o público.
Parabéns pelo blog e pela matéria. Caso tenha outras publicações sobre o tratamento de áreas externas, como o uso de piso intertravado por exemplo, me indique. Estou buscando informações mais aprofundadas sobre este tema.
Desde já meu muito obrigado!
Alessander
contato/site: http://www.artconpre.com.br/piso-intertravado.php