Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

ResponderExcluirRenata Rubim Li o texto no teu blog, não consigo publicar meu comentário lá, então vou colar aqui: Tudo bem, é o olhar encantado de um forasteiro que desconhece algumas (ou muitas, todas) as mazelas da cidade. Por exemplo, o fato da "intelligenzia" cultural desconhecer o significado do design. Mas, claro, Porto Alegre não é Amsterdam, cidade que promove um evento do tipo "What Design Can Do"...
há 6 minutos · Curtir
A Renata Rubim me faz muito feliz com a sua opinião. Colei aqui o comentário que ela deixou no facebook
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ResponderExcluirElenara Stein Leitão Acho que ele se encantou com uma realidade que, a seus olhos, era mais interessante que de outras cidades brasileiras. Particularmente, acho que Porto Alegre piorou em algumas coisas de 2003 para cá. Mas realmente nos falta muito para sermos uma cidade bem mais significativa culturalmente. Vou colar teu comentário lá. Abraços
há 3 minutos · Curtir