Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...




Tem mais informações e fotos sobre este projeto neste post da Dezeen: http://www.dezeen.com/2012/07/09/stacking-green-by-vo-trong-nghia/
ResponderExcluirPuxa, super obrigada!
ResponderExcluirCaríssima!
ResponderExcluirSempre lembrando de mim, obrigado! Sinto-me honrado em oferecer referência justamente para a arquiteta mais antenada que conheço!
Apresso-me em subir duas imagens feitas agora dos fundos aqui de casa, onde montei a pele viva. Informo que a massa verde mais forte se deve a um jasmineiro, no primeiro andar há mais um pequeno jardim por dentro da pele, com plantas variadas e uma kincam, e no segundo, apenas uma jaboticabeira em um vaso de 70cm.
O jasmineiro é na verdade o maior responsável pela cobertura da pele, venho direcionando seus galhos de forma a garantir a insolação que me interessa, ao mesmo tempo oferecendo a sombra necessária para conviver com esta fachada oeste.
Como todas as casas de arquitetos que conheço, a minha permanece em constante construção, e o projeto, mutante, cedeu o local onde previ uma horta para o jasmineiro, mas "construir" com plantas é uma delícia, vício até, tem tudo a ver com o "modus operanti" da morada eternamente interminada do projetista.
Semanalmente puxo um galhinho aqui, faço uma poda acolá, e a natureza cuida do restante, com graça, e de graça!
Abração,
Oscar
http://dl.dropbox.com/u/18898657/V%C3%A1rios/fundos%201.JPG
http://dl.dropbox.com/u/18898657/V%C3%A1rios/fundos%202.JPG