Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Galeria de arte móvel não permanente



Museus são prédios incríveis e guardam a memória, as artes, a ciência e até o futuro. Já mostrei aqui no ARQUITETANDO IDEIAS vários projetos de museus. Mas eles são em geral prédios estáticos, ou seja, estão lá, naquele local e as vezes a maioria das pessoas não tem acesso à eles.




Como resolver isso ? Foi o que a Ivy Design pensou ao propor uma estrutura de museu temporário. Ou como eles mesmos definem : "uma galeria de arte móvel não permanente, a "Galeria Up Pop (PUG) ". 




Uma estrutura inflável. Que aliás não tem muito mistério, me lembro que quando morava em Brasilia, no inicio dos anos 70, se usou um silo inflável para a barraca do Rio Grande do Sul na Feira dos Estados.



 Essa proposta do PUG propõe mostrar arte digitalizada e que possa ser vista do exterior, e com uma cafeteria incorporada porque arte e comida são necessidades fundamentais do ser humano. 






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