Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Vermelho de paixão - Inspiração do dia



Em pleno mês dos namorados e impregnada pelo espírito italiano de moda, cultura e design, me rendo à paixão. E paixão para mim é vermelha. É sangue. É passional, é vida e torrente.

Gerações inteiras sonharam com o romantismo de uma Roma onde uma Princesa como Audrey Hepburn podia sonhar com uma vida e um amor ao pé do chão. Um amor de plebeu. Coisa que muitas de nós ainda sonhamos hoje em dia. Um amor sem complicações, sem formalidades. E correndo ao vento numa Vespa.

As Vespas fizeram furor na década de 50 e correram o mundo. Foram suplantadas na década de 60 pela rebeldia das motos, mas como todo objeto de valor, nunca perderam a majestade e hoje ainda podemos imaginar uma cena como a do filme que tanto a marcou.


"Uma mulher de vermelho está sempre magnifica, ela é, no meio da multidão, a imagem perfeita da heroína" Valentino





E o vermelho pode ser usado em muitos ambientes, seja marcando um detalhe, seja arrebatadoramente usado em todas as paredes. E ele sempre me lembra luxo. Mais que luxo: requinte.

 "O luxo pode definir-se fisiologicamente: a arte de nos alimentarmos pela pele, pelos olhos, pelos ouvidos, pelas narinas e pela imaginação."  Pierre-Joseph Proudhon  
Hotel Splendia Roma
Fotos Pinterest

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