Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Sons da bike

Em épocas de maior sensibilidade para a questão do meio ambiente as magrelas voltam com forca total. Inclusive muitas pessoas das novas gerações, e das antigas também, estão trocando os veículos poluidores e adotando as bikes em tempo integral. E muitas soluções interessantes em mobilidade e bicicletas componíveis estão cada dia mais a disposição das  pessoas. Abaixo alguns exemplos de bikes e locais para estacionar. 
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E na esteira dessa tendencia achei esse vídeo fantástico, um curta premiado feito com pecas de bicicletas e extraindo delas SONS. Essa semana mesmo estávamos debatendo sobre a função curativa da Arte, especialmente depois de assistirmos uma palestra sobre os músicos de Terezin  . Para quem não sabe, na Segunda Guerra Mundial, Hitler mandou construir um campo modelo, uma especie de Paraíso de Concentração chamado Theresienstadt. Em uma antiga fortaleza, muitos artistas judeus foram confinados e formaram uma orquestra que fazia apresentações que eram filmadas e serviam de propagando para a Cruz Vermelha e opiniao publica alemã e mundial. E mesmo naquela terrível situação, a musica falava mais alto e trazia uma especie de transcendência que os colocava acima da barbárie. E deixava uma lição: que mesmo na mais amarga realidade, o som, a musica pode libertar a alma.


E ao ouvir esses sons de pedaços de engrenagens lembro que mesmo na megalópole a criação reina soberana e nos faz mais libertos. E mais humanos.
    
A arte salva
Bicycle Sounds from Stephen Meierding on Vimeo.

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