Quedas: O problema pode não ser só o ambiente.

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Uma queda costuma durar segundos. Às vezes, basta um tropeço. Em outras, um piso escorregadio, uma calçada irregular ou uma iluminação insuficiente mudam completamente a rotina de uma pessoa. Depois da queda, podem surgir a cirurgia, a fisioterapia e, muitas vezes, um medo silencioso que acaba por limitar a vida mais do que a própria fratura. Durante muito tempo, nos acostumamos a ouvir que cair faz parte da idade. Mas pesquisas mais recentes nos mostram outra realidade. A maioria das quedas pode ser evitada quando entendemos que elas são resultado da combinação entre as condições de saúde da pessoa e o ambiente onde ela vive. Nos primeiros quatro meses de 2025, cerca de 62 mil brasileiros com 60 anos ou mais foram internados em decorrência de quedas. Em 2024, o país registrou mais de 344 mil atendimentos e hospitalizações relacionados a esse problema e mais de 13 mil mortes. Os números impressionam, o  medo de cair (ptofobia) é, de fato, uma das variáveis psicológicas mais estudad...

Maquetes, quem não enlouqueceu fazendo uma ?

Todo estudante de Arquitetura passou por situações estressantes durante o curso. Uma delas: as maquetes de estudo da Forma. Conta uma lenda da Faculdade de Arquitetura da UFRGS que um aluno vinha com a sua, feita de palitos de fósforos, que lhe custara algumas noites em claro, e ao atravessar a rua, ela caiu e foi parar em frente a um ônibus...e que esse bravo rapaz não teve dúvidas, se jogou também e salvou a maquete....Folclore ? Sei não, quem passou noites em claro, acho que também não duvida. Eu vi uma cena insólita numa noite de sexta feira na biblioteca da UFRGS, nos anos 80. Uma aluna, em meio a uma pilha de papeis manteiga (a gente não tinha computador, nem notes...tudo era feito a mão), teve um ataque histérico. Começou a gritar, amassou os projetos, jogou longe ! Silêncio no recinto. Ninguém falava nada. Poucos respiravam...Após desabafar, ela ficou mais calma, foi até a pilha de papéis amassados, desamassou um por um e voltou a trabalhar...
 Voltando às maquetes. A gente tinha uma noção básica de como fazer e o resto era pesquisa. E pelo jeito continua sendo como vi nesse blog daqui. E por isso me encantei ao ver essas esculturas feitas em palitos. A maquete real é um valioso instrumento de trabalho. Naquela época mais ainda. Não haviam as maquetes virtuais, para se visualizar um projeto e suas implicações era vital fazer esses modelos em escala menor que ajudam o projetista a ver tudo o que projetou e se for o caso, retificar muita coisa, ou solucionar problemas práticos com mais presteza.
 Mas a maquete é um trabalho de paciência. E tem o seu custo. Difícil de embutir em um projeto normal. Uma pena porque para o próprio cliente é um instrumento para ver seu projeto e evitar surpresas ao estar a obra pronta.


Fontes das fotos Sovaco de sapo e Toothpickcity

Comentários

  1. oi Elenara
    Nunca fiz maquetes, mas acho que numa situa;áo como essa tb me jogaria na frente do onibus! eheheheh Tem horas que fazemos coisas sem pestanejar... depois nos damos conta do perigo que corremos, mas dai... já passou! hehehehe
    beijos!
    Saudade de vc :)

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  2. Pois é, Claudia, a gente faz loucuras por projetos ! Que bom te ver por aqui ! Beijos

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