Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Mãe só tem uma


Pois é, nesse dia em que se comemora o Dia das Mães, estava olhando o Face e achei essa tira genial que o Eduardo Pilger postou.


A sociedade costuma endeusar toda mãe como se ela sempre fosse uma santa, meio imaculada, meia sem erros ou defeitos. E mãe é mulher, é gente, é alguém que assumiu um ser novo e nem por isso deixou de ser mulher, de ser profissional, de ser alguém com seus desejos e sonhos.


Por isso minha homenagem a todas as Mães que ousam ser, que não esquecem de si, que seguem em frente abarcando mil papéis, sendo de muitos fôlegos, de muitas ações, de muito amor.





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