Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Mãe só tem uma


Pois é, nesse dia em que se comemora o Dia das Mães, estava olhando o Face e achei essa tira genial que o Eduardo Pilger postou.


A sociedade costuma endeusar toda mãe como se ela sempre fosse uma santa, meio imaculada, meia sem erros ou defeitos. E mãe é mulher, é gente, é alguém que assumiu um ser novo e nem por isso deixou de ser mulher, de ser profissional, de ser alguém com seus desejos e sonhos.


Por isso minha homenagem a todas as Mães que ousam ser, que não esquecem de si, que seguem em frente abarcando mil papéis, sendo de muitos fôlegos, de muitas ações, de muito amor.





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