Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Construir ou Construir bem ? PS_ Sorteio

Atualizando: Vamos sortear aqui uma cortesia para a Masterclass do dia 23/11 com Lelé e Jacques Herzog. Quer concorrer ? Clique AQUI  até o dia 18/11 as 12:00. Vou sortear pelo http://www.random.org/ e mando um e-mail avisando quem ganhou, ok ?


Nem deveriamos fazer essa pergunta. Construir deveria ser sempre construir bem, assim como Arquitetar deveria ser sempre Arquitetar bem. Mas sabemos que na prática não é sempre assim. E como estamos na chamada bola da vez, com perspectivas de crescimento na industria da construção civil com o impulso das obras da Copa de 2014, os olhos do mercado mundial se voltam para o Brasil e suas potencialidades. E é nessa seara que se torna cada vez mais premente a discussão sobre a Arquitetura e o profissional arquiteto nesse contexto. 


Conquistamos o CAU, temos uma imensa rede de faculdades de arquitetura, a nossa profissão volta a ter um charme e apelo na sociedade, mas até que ponto somos atuantes como agentes transformadores das urbes onde vivemos. Recebemos capacitação para trabalhar com espaço: micro e macro, interior e exterior. Somos ou deveríamos ser urbanistas. Propor soluções. E por isso achei interessante mostrar aqui esse evento que vai acontecer agora em novembro. O Arq.Futuro se propõem a debater o nosso papel. 
    

UM EVENTO DE ARQUITETOS PARA ARQUITETOS

O Arq.Futuro tem como objetivo iluminar os diferentes papéis desempenhados pela arquitetura hoje, não apenas como expressão artística, mas também – e sobretudo – como elemento de transformação social.
O projeto nasceu da constatação de que discutir arquitetura é pensar a organização das cidades, as várias formas de viver, as diferentes concepções que norteiam a construção do ambiente humano – um debate cuja urgência se torna nítida ao considerar a proliferação de construções erguidas em completo desacordo com a geografia, a história e a natureza locais.
A partir da troca de ideias, conceitos e experiências entre profissionais de diferentes partes do mundo, o Arq.Futuro compõe um amplo e multifacetado painel dos desafios que atualmente se impõem à arquitetura e das formas pelas quais ela se insere na realidade contemporânea.

Veja mais informações AQUI

 

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