Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Geralmente, eu sonho em resolver problemas.Sempre estou procurando algo ou alguém.
ResponderExcluirTenho algumas pistas e por aí vai...
Até sonhei que estava em uma nave.
Seria espacial?
E o mais estranho é que me ofereceram sanduíche de pão de forma com um patê verde estranho.
Ótimo sábado!
bjks
Pode parecer piegas, mas sonho com um mundo mais limpo, mais humano, mais justo e muito mais simples. Um mundo onde as coisas sejam claras e o amor prevaleça.
ResponderExcluirSonho também em conheçer o mundo, viajar para todos os lugares, desvendar cada buraco desse planeta.
Sonhar nos dá uma força incrivel, né? Uma pessoa sem sonhos é uma pessoa sem futuro, sem esperança.
Sem dúvida, sonhar é essencial, seja esse sonho acordado ou dormindo. E eles sempre nos falam muito de nós mesmos.
ResponderExcluirAdorei os comentários.
Abraços
Cara amiga, este sonho revela muito sobre você!
ResponderExcluirNão para mim, que já te conheço, mas para Gestalt, somos cada detalhe do sonho... A interpretação seria colocando tudo na primeira pessoa, mais ou menos assim: sou uma casa antiga (andas sentindo o peso dos anos?)... Sou uma porta que quando se abre revela...
E você é mesmo assim, dona de um interior primoroso, que não é evidente para o olhar superficial.
É preciso que você abra a porta para se deixar conhecer, e quem tem esta sorte também precisa pertinácia, pois não encontra um espaço vazio, ou com poucos atributos, que possa absorver logo de cara. É preciso dedicar tempo, sempre bem recompensado, já que cada pequeno particular merece admiração.
É por isso que sou seu fã!
Abração,
Oscar
Poxa que bonito, Oscar...por isso sou tua fã também...
ResponderExcluirBeijos
Elenara