A cidade que envelhece com dignidade
Uma cidade envelhece como as pessoas e deixa também cicatrizes visíveis. O viaduto que já foi resposta e agora virou problema. A estação de ônibus fechada onde o eco das despedidas ainda ressoa nas paredes vazias. O casarão que insiste em existir entre os edifícios novos. Esse envelhecimento pode ser inteligente, quando as marcas do tempo ensinam sobre escala humana, sobre materiais que resistem, sobre a sombra que o concreto não fabrica. Mas, infelizmente, pode também ser um envelhecimento de abandono: quando a memória vira pretexto para a inércia, e a tradição serve para justificar o descaso. Existe uma diferença que importa muito entre preservar e fossilizar. Preservar é manter viva a conversa entre épocas. Fossilizar é cobrir a cidade com o verniz do passado e chamar isso de respeito. Uma rua medieval que ainda pulsa, ainda abriga comércio e moradia, ainda tem gente que troca palavra na soleira, continua sendo cidade. Quando para de circular, vira cenário. A cidade que envelhece be...






Eu adoro o Donald!
ResponderExcluirLá no Louvre todos queriam enlouquecidamente ver a Mona Lisa(tão pequenininha), já o meu encanto era a Vênus de Milo.
Conclusão: As duas com proporção áurea.
Uma Linda Tarde!
beijinhos
Eu também, e adoro esse filminho. A beleza se esconde em formas aparentemente aleatórias, mas que tem toda uma geometria que se repete na natureza. Coincidência ? Creio que não.
ResponderExcluirBeijos
Uma beleza de post Elenara, e o filmete é uma graça!
ResponderExcluirBjs!
Obrigada Maria Alice, também acho uma gracinha esse filme, é um meio leve e divertido de mostrar como funciona essa "divina"proporção.
ResponderExcluirBeijos