Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...




Cara amiga,
ResponderExcluirestranhei a caçamba sobre a calçada, ocupando o espaço do pedestre, quando poderia estar na via, tomando o espaço de estacionamento e prescindindo dos cones.
Como paulistano me dá a maior inveja saber que em PA há coleta seletiva semanal na maioria dos bairros. Aqui, quem tem alguma consciência ambiental, precisa acumular os descartes em casa, e levar até algum ponto de recebimento, oportunado pela iniciativa privada.
Nós levamos o lixo seco de carro, até uma loja do Pão de Açúcar, e precisamos acumular o restante à espera da coleta, que no nosso bairro acontece nas segundas e quintas, sendo que a prefeitura proibiu as lixeiras nas calçadas, como parte do programa "Cidade Limpa" (acredita?), e anda multando quem ainda as mantem...
Como resultado o lixo se acumula no chão, a espera do dia da coleta, a mercê da curiosidade dos cães vadios, do garimpo dos sem teto, e da chuva, que faz os sacos de lixo passearem em todas as ruas que não são planas, se espalhando até entupir o bueiro mais próximo, para a felicidade dos roedores...
É o preço para morar na cidade politicamente mais reacionária do país!
Oscar Müller
Faltou dizer que a minha rua é escoamento do trafego e por isso só tem estacionamento em algumas horas do dia, por isso o conteiner fica na calçada. Em ruas onde é permitido estacionar, ele fica numa vaga de carro.
ResponderExcluirAbraços