Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...






Parabéns pelo post.
ResponderExcluirNós fizemos um trabalho bastante interessante empilhando paletes... levamos os mesmos para a Bienal do Ibirapuera, agora em maio/11. Veja as fotos em
https://picasaweb.google.com/109659531102498004686/Festivalma2011
Abraços,
Fábio / Madeira Usada
Puxa Fábio que trabalho interessante ! Gostaria de publicar no meu blog, posso ? Podes me mandar mais dados a respeito ?
ResponderExcluirAbraços
Parabéns pelo magnífico trabalho com pallets!!
ResponderExcluirAproveitamos para convidá-los para conhecer o nosso:
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