Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Bom dia, Elenara!
ResponderExcluirUma delicia ter um pai assim. Parabéns!
Nem todos têm esta sorte. Alguns precisam começar a vida construindo um pai imaginário. Ainda bem que existe este recurso, certo?
É verdade. Meu pai teve que fazer isso...Ficou orfão de pai aos três anos e sua mãe foi pai e mãe aos 26 anos e com 4 filhos. Talvez por isso também ele tenha se esmerado em ser tão bom pai para nós. Sabia o que era a dor de não ter tido um presente...
ResponderExcluirBeijos
Que história Linda de vida!
ResponderExcluirUma Excelente Semana!
É mesmo, Nô ! Obrigada
ResponderExcluirBeijos
Elenara! Linda essa mensagem! Parabens e muito obrigada por compartilhar com a gente um pouquonho da sua história.
ResponderExcluirMe emocionei :)
Beijos
Claudia
Obrigada Claudia !
ResponderExcluirO meu pai é realmente especial, e está sempre com esse sorrisão aberto da foto.
beijos
Elenara