Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Ah, que sonho de consumo!
ResponderExcluirQue delícia seria apenas pendurar as roupas, para depois tornar a usá-las! Oxalá o conceito chegue rápido ao mercado...
Aqui em casa só conseguimos escapar da etapa da passanderia, aplicando um truque aprendido de uma aeromoça, que passava o uniforme usando o vapor do box nos hotéis.
A dica ainda é válida, pelo menos enquanto não tivermos uma maravilha como esta do Clean Closet disponível.
Aqui temos um banheiro com banho em cada andar, sobrepostos, então instalei aqueles pequenos exaustores usados normalmente para ventilar banheiros sem janela, jogando o ar de um box, para o imediatamente acima, mas não é preciso esta configuração! Se a pessoa tem espaço, pode criar uma caixa de vapor externa, ao lado do box que mais usa.
Assim penduramos as roupas em cabides plásticos dentro de um box fechado, e acionamos o ventilador ao tomar banho.
O vapor faz a vez do ferro de passar...