Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Onde você trabalha melhor ?

Os novos escritórios tem sido pensados com locais de lazer, onde os empregados possam descansar nos seus horários de folga. Abaixo alguns exemplos de espaços comerciais bem agradáveis e criativos:
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Mas cá entre nós, onde realmente você trabalha melhor ?
Jason Fried apresenta sua teoria sobre como os escritórios não são bons locais para trabalhar. Segundo ele, as interrupções a que somos submetidos em reuniões, por exemplo, acaba por tolher a produtividade. E diz ainda que nenhum trabalho criativo consegue ser bem feito em 15 minutos. E eu concordo. Talvez por isso muitos de nós ainda acabam por usar horas extras para poder terminar algo que poderia ser feito na rotina de um dia de trabalho. E dispensar horas de lazer para o ...lazer. Para a leitura, para ver vídeos como esses. Vale a reflexão. 
Traduzido para o português (Brazil) por Rodrigo Ferraz

Comentários

  1. Me pergunto isso diariamente, tentando fechar uma tese aqui... às vezes sinto que só preciso de uma mesa clara, se possível branca. Vazia. Noutras, penso que o dead line não me faz nem perceber o ambiente, de tão pressionada que fico. E, sobre as interrupções, talvez sejam a grande causa de eu me considerar "notívaga"... não é uma necessidade natural ficar trabalhando na madrugada, é uma "contingência ambiental"! ;)

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