Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...






Oi querida,
ResponderExcluirEu nao sou fã de rosa, mas confesso que já pintei todo meu quarto dessa cor quando eu tinha 15 anos.
Voce escolheu muito bem as fotos e os ambientes sao cheios de charme.
Se voce visitar meu blog (decorando à la francesa) hoje, voce ira ver um apartamento inteirinho em rosa.
Beijos e ótimo final de semana!
Acabei de visitar teu blog. Sabes que nem aos 15 eu era adepta do Rosa, para desgosto de minha mãe que queria fazer um quarto de mocinha para mim...
ResponderExcluirMas acho muito interessante ver como as pessoas usam essa cor que, pelo visto, será a tendência de 2011.
Beijos e adorei teu comentário