Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...






Oi querida,
ResponderExcluirEu nao sou fã de rosa, mas confesso que já pintei todo meu quarto dessa cor quando eu tinha 15 anos.
Voce escolheu muito bem as fotos e os ambientes sao cheios de charme.
Se voce visitar meu blog (decorando à la francesa) hoje, voce ira ver um apartamento inteirinho em rosa.
Beijos e ótimo final de semana!
Acabei de visitar teu blog. Sabes que nem aos 15 eu era adepta do Rosa, para desgosto de minha mãe que queria fazer um quarto de mocinha para mim...
ResponderExcluirMas acho muito interessante ver como as pessoas usam essa cor que, pelo visto, será a tendência de 2011.
Beijos e adorei teu comentário