Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia
Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes. Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida. Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...




Que arquitetura heim? Amei a escada em angulos! Que bom compartilhar com voce o filme Cartas a Julieta, e a viagem a Verona. A gente é bem romãntica mesmo.. Beijos
ResponderExcluirVerdade. Mas também quem não é romântica na Itália ???? Que paisagens lindas, que história meiga. Cada vez mais vou gostando de comédias românticas. Deve ser a idade.
ResponderExcluirBeijos
Querida, em novembro de 2010 eu comentei essa postagem. Cá estou novamente, pois coincidentemente, assisti novamente no TELECINE neste sábado, Cartas a Julieta... e de novo chorei. Acho até que + até, do que há 2 anos. Já que não teremos uma historia de Julietas, choremos com as dos filmes... Beijos
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