A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós

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Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...

Spa no banho


Esse ano a pesquisa Nomads sobre comportamento e espaços de morar pergunta também sobre o banheiro dos sonhos. Pois um dos meus sonhos de consumo é um spa vertical como esse da Pretty Spa. Ele tem tudo o que a gente precisa (e um pouquinho a mais) para ser feliz depois de um dia de trabalho. Dá para escutar música enquanto gostosos jatos massageiam a nossa pele e nos higienizam com ozônio. Não sei muito bem para o que serve, mas deve ser algo que faça bem ao ego (rsss...).
Não sei quanto a vocês, mas eu adoro tomar um banho relaxante quando chego em casa. Já passei da fase da banheira de hidromassagem, que até tenho em casa, mas gasta um montão de água. Me parece que um jato vertical é mais compatível com os tempos modernos e é quase tão bom quanto uma massagem.

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