Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Spa no banho


Esse ano a pesquisa Nomads sobre comportamento e espaços de morar pergunta também sobre o banheiro dos sonhos. Pois um dos meus sonhos de consumo é um spa vertical como esse da Pretty Spa. Ele tem tudo o que a gente precisa (e um pouquinho a mais) para ser feliz depois de um dia de trabalho. Dá para escutar música enquanto gostosos jatos massageiam a nossa pele e nos higienizam com ozônio. Não sei muito bem para o que serve, mas deve ser algo que faça bem ao ego (rsss...).
Não sei quanto a vocês, mas eu adoro tomar um banho relaxante quando chego em casa. Já passei da fase da banheira de hidromassagem, que até tenho em casa, mas gasta um montão de água. Me parece que um jato vertical é mais compatível com os tempos modernos e é quase tão bom quanto uma massagem.

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