Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Inspiração: índigo

Altamente inspirada nas postagens da Regiane Ivanski, blogueira do famoso Casa com Decoração sobre a tendência do uso do jeans na decoração na América do Norte, comecei a notar mais essa cor nas minhas pesquisas recentes. E numa delas cheguei nesse blog que também gosto muito, o 79 Ideas que fala sobre o uso do índigo e denin na decoração.

O Índigo ou anil é, segundo a Wikipédia, "a cor da luz localizada entre o azul e o violeta. Assim como muitas outras cores (como laranja, rosa e violeta), a origem do nome provém de um objeto natural - a planta índigo. Pela etimologia, do árabe annir e do persa nil (índigo)."

 
Devo dizer que sou do tempo em que não haviam disponibilidade de usar calças jeans americanas com aquele caimento e textura que hoje é tão comum. Aqui haviam as de brim coringa. Na medida em que se conseguiam as tão afamadas calças Lee, elas iam sendo aproveitadas das mais variadas maneiras. Sim, a gente reciclava. Sim, a gente customizava. E sim, elas ficavam velhas de uso. Calças viravam saias, bolsas e tudo o mais que nos viesse à cabeça. E isso era feito nas máquinas de costura de casa. 

Usar o índigo em todos os seus matizes pode valorizar qualquer ambiente. Primeiro porque as gamas de azul estão normalmente linkadas à tranquilidade e à criatividade. Uma das formas de usar é nas paredes. Sou suspeita porque adoro usar um azul jeans em uma parede para contrastar. 
Seja em revestimentos, em cortinas (adorei a transparência do azul jeans lá de cima), em painéis, detalhes ou paredes é uma cor associada por alguns místicos à cura espiritual e meditação. E cá entre nós, nesses nossos tempos estressantes, um pouco de tranquilidade é tudo de bom, não é verdade?  

Fontes das fotos: Pinterest

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