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Mostrando postagens com o rótulo sensorial

Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Shiver House - arquitetura cinética arrepiante

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Um projeto baseado nas tradicionais cabanas finlandesas que parece vivo e se move com os ventos me lembrou árvores mágicas e até as bandeiras de templos budistas que se movem fazendo barulhos que nos mobilizam sensações muito interessantes. A SHIVER HOUSE, projetada pelo estúdio Neon, e localizada na Finlândia explora essa relação sensorial das pessoas com o prédio e ambiente. O próprio nome que traduzido soaria como um arrepio, traduz com perfeição os sentimentos e sensações ao imaginar estar dentro dele.  Saiba mais sobre este projeto AQUi . NEON - Shiver House from NEON on Vimeo . Nos siga também nas redes sociais Twitter   Flipboard   Facebook   Instagram   Pinterest

Um jardim urbano multi-sensorial - Zighizaghi

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Cada vez mais tomamos consciência de que as cidades devem acolher e proporcionar bem estar às pessoas . E é com essa visão que surge o Zighizaghi, um jardim urbano multi-sensorial com 320 m2, projeto de OFL Architects juntamente com a Milia Arredamenti e Farm Cultural Park.  Favara é uma comunidade na Sicília, Itália, que recebeu esse equipamento urbano que é inspirado nas formas das colmeias e que se compõem de elementos horizontais e verticais: Os primeiros são módulos de madeira que podem ser dispostos de variadas formas e que servem inclusive de apoio para sentar e conviver.  Os verticais atuam como elementos dinâmicos. Seis elementos prismáticos em tom vermelho emitem músicas quando uma pessoa interage com sua estrutura e o som é ouvido através dos alto falantes no topo.   A vegetação, especialmente selecionada para o local, é mantida por um sistema automático de regas. Árvores frutíferas, ervas aromáticas e flores complementam um espaço pú...

Arquitetura multissensorial

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Tenho escrito algumas postagens sobre a função sensorial e multissensorial da Arquitetura. Um dos últimos, onde coloquei um título provocativo, chamando a um resgate do elemento erótico na Arquitetura gerou uma conversa in box que de certa forma foi complementada por um email sobre uma das últimas postagens, a de uma loja japonesa que usa madeira cheirosa na sua estrutura . Arquitetura multissensorial....Ninguém duvida que a visão é muito explorada ao projetar. O tato também tem a sua parcela de intenção com revestimentos e mesmo formas. Da audição já se disse que a Arquitetura seria música congelada. Mas e os outros dois? Paladar e olfato? OK, paladar me parece o mais complicado de conciliar com a arquitetura. Sim, tempos as hortas verticais, podemos ter elementos que possam ser digeridos dentro dos ambientes (árvores de frutas e hortaliças). Nas estruturas, talvez se imitarmos a casa da bruxa má de Joãozinho e Maria, possamos ter em escala real o que esse artista esculpiu. E ...