A cidade também envelhece. E a casa, às vezes, envelhece antes de nós
Como arquiteta, tenho uma certa implicância com a ideia de que minha profissão seja apontada como algo que começa, e as vezes termina, essencialmente na estética. Talvez porque, depois de tantos anos de prática, trabalhando com espaços internos e externos, e as pessoas que ali vivem e circulam, tenha ficado cada vez mais evidente para mim que uma porta, uma escada, uma calçada ou uma janela podem interferir muito mais na vida de alguém do que aquilo que aparece nas fotografias dos projetos. Quando falamos de envelhecimento, isso fica ainda mais evidente. A realidade nos mostra que o Brasil está envelhecendo rapidamente. Aquela pirâmide etária que aprendemos a desenhar nos livros de geografia já não representa o país que temos. E ainda estamos tentando entender o que isso significa para as nossas casas, para as nossas cidades e para o sistema de saúde. Eu costumo pensar que há uma pergunta simples por trás de tudo isso: onde queremos envelhecer? A resposta da maioria das p...


Gostei muito de tua abordagem, Elenara. Vem complementar o que tenho praticado intuitivamente ,
ResponderExcluirapós uma sequência de mudança significativas que vivi! E gosto imensamente da liberdade, leveza, alegria que sinto no lar. Abraço fraterno!🌻
Processos necessários e que vem no tempo certo para cada um! Bonito compartilhar um pouco do teu processo de desapego. Obrigada!
ExcluirEmbora eu seja o tipo de pessoa que tem muita coisa, hoje consigo ter apenas o que uso, o que é muita coisa haha. Eu não fico mais guardando coisas ou roupas pensando em dia especial para usar. Se tenho é para ser usado e ponto. Não sou minimalista e estou longe disso. Teve momentos da vida que até pensei que era isso que eu queria, mas eu gosto de guardar memórias em forma física, então dificulta a vida.
ResponderExcluirLary’s Life
Que bom, Lary! Conseguiu atingir uma bela harmonia pessoal
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