Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Banco Raiz, uma escultura no mobiliário urbano

Uma belíssima escultura urbana serve de mobiliário sobre a grama de um parque em Seul. Ele é tão belo que parece ser obra da própria natureza.


É o "Root Bench" ou Banco Raiz que com seus 30 m de diâmetro projetados por algoritmos computacionais serve de marco visual, local para descanso ao mesmo tempo que cria uma conexão visual forte com o verde do parque. 

Sua estrutura é feita em metal sobre base de concreto com um revestimento em deck de madeira. 

Funcionalmente sua forma sinuosa contém mobiliários em três alturas diferentes: 
  • para criança (250 mm)
  • para adulto (450 mm)
  • mesa (75 mm)




Com área construída de 700 m, o banco raiz está situado em Ichon-dong, Yongsan-gu, Seul. 


Fotos: Kyungsub Shin, Dae Ganhou Lee, Kyung Mo Choi e Yong Ju Lee Arquitetura



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