A cidade que não te vê: quando o espaço urbano envelhece mais rápido do que aprende
Há uma cena que se repete em muitas de nossas cidades com uma regularidade que incomoda. Uma pessoa idosa para na esquina, olha para os dois lados, e espera. E muitas vezes o sinal já abriu. Ela espera porque sabe, por experiência acumulada no corpo, que o tempo de travessia não foi feito para o seu passo. Ela aprendeu a calcular antes de sair de casa. Calcular nas calçadas. E calcular mais uma vez, nas esquinas, enquanto os carros aguardam com uma impaciência que não se disfarça. As engrenagens e buzinas que o digam. Essa cena dura talvez trinta segundos. Ela não costuma aparecer em nenhum relatório de mobilidade urbana. E é justamente por isso que precisamos falar. A hostilidade que afasta Existe um tipo de arquitetura hostil que já se fala bastante: o banco com divisória no meio para impedir que alguém deite, o piso pontiagudo embaixo do viaduto, a cerca elétrica que delimita o que é de quem. São dispositivos que dizem, sem ambiguidade, você não pode ficar aqui...












Maravilhosas e criativas sugestões. Parabéns amei as molduras vou tentar fazer.
ResponderExcluirObrigada! Se fizer, manda fotos depois! Curiosa para ver! Abraços
ExcluirMuito perfeitos gostei
ExcluirQue bom que tenha gostado, procuro achar inspirações para que encham os olhos dos leitores. Abraços
ExcluirIdeias geniais! Amei.
ResponderExcluirFico feliz que tenha gostado. Abraços
ExcluirLindas idéias,amei todas!
ResponderExcluirque bom, fico feliz que tenha gostado.Abraços
ExcluirUm espetáculo! Que bom que compartilhou. Muito criativa! Parabéns!
ResponderExcluirObrigada, Enira! Adorei o comentário. Abraços
ExcluirAgora é decidir qual ou quais vou aplicar em minha casa. Que bom que você dividiu com a gente. Você é altruísta!
ExcluirMil idéias. Agora tenho que decidir qual ou quais vou aproveitar em minha casa. Mais uma vez obrigada por dividir com a gente. Você é altruísta!
ResponderExcluirQue bom que tenha gostado. Fico feliz! Abraos
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