Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Forma segue a ficção (ou as histórias dos usuários e executantes)

Talvez a Arquitetura tenha ficado em uma vertente muito ligada à forma e que acabou por formar uma noção um pouco diferente do que a arquitetura e os espaços representam para a vida das pessoas. Afinal, antes de tudo, edifícios se destinam às pessoas e suas histórias. 

É o que vemos nesse TED Talk de 2015 em Londres, onde o arquiteto Ole Scheeren conta como os estilos de vida e os hábitos culturais da região nortearam vários de seus projetos, em uma visão mais humana da função. 

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