Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Espelho mágico? Comprar em loja fechada usando a reflexão

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Contos de fadas mostravam espelhos mágicos. Espelhos que revelavam segredos, que eram oráculos, que transportavam para novos locais. Parece que estamos nos aproximando cada vez mais do faz de conta. Ou por outra, o faz de conta talvez não seja assim tão fantasioso. Imaginem parar em frente a uma vitrine espelhada e comprar mercadorias sem entrar na loja? 

Como assim? Comprar em uma loja fechada usando o reflexo ? Falando assim parece meio mágico. E para mim é. Mas equipe da Universidade de Bristol está desenvolvendo uma pesquisa que torna isso possível. Como? Segundo eles a técnica é baseada "na capacidade de um espelho para mapear uma reflexão para um ponto específico atrás do próprio espelho, independentemente da localização do observador que está à sua frente." 

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Ou seja, podemos colocar um espelho que não seja totalmente reflexivo na janela de um museu, por exemplo, possibilitando que os visitantes possam interagir "tocando" os objetos expostos, abrindo e vendo detalhes em 3D que seriam impossíveis de fazer na vida real. 
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Um dos pesquisadores relata que "este trabalho oferece possibilidades interativas emocionantes que podem ser usadas em muitas situações. Superfícies semitransparentes estão em toda parte ao nosso redor, em cada banco e vitrine de loja. Um exemplo é quando as pessoas não podem acessar a loja porque ela está fechada. No entanto, seu reflexo seria visível dentro da vitrine da loja, o que lhe permitiria experimentar roupas usando sua reflexão, pagar o item usando um cartão de débito ou crédito e, em seguida, tê-lo entregue em sua casa." 
 
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Nossa!!!! Realidade aumentada que pode ser explorada de maneira novas, inclusive no campo da saúde.

Talvez os espelhos mágicos estejam mais perto de nós que possamos imaginar!

Até lá, podemos usar de outra magia que os comuns nos proporcionam: embelezar e aumentar nossos espaços. 

Vejam como fazer isso em Usando espelhos de forma criativa Espelho, espelho meu

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