O espaço que envelhece com você: o que a arquitetura tem a ver com os seus próximos 30 anos

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Imaginemos uma manhã comum em qualquer cidade por aí: alguém acorda, vai ao banheiro no escuro, tropeça no batente que nunca incomodou tanto antes, segura a parede porque não há barra de apoio, e pensa que está ficando velho. Não está. Está vivendo num espaço que nunca foi pensado para o corpo que ele tem hoje. Esse é o ponto que me interessa. Envelhecer todos (os que tiverem sorte) vão. Mas até que ponto a arquitetura ignora estes processos? As projeções nos dizem que o Brasil vai ter 58 milhões de pessoas com mais de 60 anos em 2060. E o que estamos construindo para receber esse contingente? Apartamentos com corredores de 80 centímetros. Banheiros onde dois adultos mal conseguem se virar. Entradas sem rampas. Calçadas que parecem ter sido projetadas para testar equilíbrio. A cidade, como eu costumo repetir por aqui, nunca te viu. E a maioria dos lares também não. "Aging in place" não é um conceito de design escandinavo importado para Instagram. É o direito de permanecer no ...

Iluminação pública inovadora mais barata e sustentável

Iluminação pública mais barata e mais sustentável ? É o que nos apresenta esse produto desenvolvido por uma empresa em colaboração com a Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha.

Iluminar ruas e locais públicos sem depender da geração de eletricidade convencional é o que promete o Eolgreen F 104. Como? Usando postes com energia solar e turbina de vento (a partir de brisas de 1,7 m/s segundo os seus fabricantes). A promessa é uma redução de cerca de 20% do custo em relação à energia convencional.

Segundo o site da empresa a turbina eólica trabalha com uma potência máxima de 400 Watts e é feita com materiais resistentes que se auto limpam.
Se consegue a iluminação através de um gerenciamento de fluxos entre a turbina eólica, os painéis solares, a bateria de lítio (autonomia de 3,5 noites consecutivas) e a luminária.

Achei um sistema bem interessante. Tomara que funcione a contento. Resolveria muitos problemas, especialmente em áreas de difícil acesso de energia convencional. Além de significar uma considerável economia ao poder público.   

A conferir.


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