Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

Imagem
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Iluminação pública inovadora mais barata e sustentável

Iluminação pública mais barata e mais sustentável ? É o que nos apresenta esse produto desenvolvido por uma empresa em colaboração com a Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha.

Iluminar ruas e locais públicos sem depender da geração de eletricidade convencional é o que promete o Eolgreen F 104. Como? Usando postes com energia solar e turbina de vento (a partir de brisas de 1,7 m/s segundo os seus fabricantes). A promessa é uma redução de cerca de 20% do custo em relação à energia convencional.

Segundo o site da empresa a turbina eólica trabalha com uma potência máxima de 400 Watts e é feita com materiais resistentes que se auto limpam.
Se consegue a iluminação através de um gerenciamento de fluxos entre a turbina eólica, os painéis solares, a bateria de lítio (autonomia de 3,5 noites consecutivas) e a luminária.

Achei um sistema bem interessante. Tomara que funcione a contento. Resolveria muitos problemas, especialmente em áreas de difícil acesso de energia convencional. Além de significar uma considerável economia ao poder público.   

A conferir.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto