Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Transformando garrafa PET em papel com processo rápido e barato

Reciclar garrafas PET usadas e evitar mais desmatamento é o que um "papel mineral" desenvolvido por dois mexicanos (Ever Adrián Nava e Érick Zamudio) pretende atingir. O grande gol da dupla é que o processo que utilizam é simples, mais rápido e muito mais barato que os comumente usados. Além disso não usam nem água e nem cloro na fabricação.
O PETapel é também ultra resistente, impermeável, foto degradável e só absorve a quantidade necessária de tinta durante a impressão, o que é ótimo! 

Segundo eles, a técnica que desenvolveram pode evitar o corte de duas dezenas de árvores e economizar 56.000 litros de água por tonelada de papel produzido. 


O processo: As garrafas usadas são transformadas em peletes (grânulos de plástico) esmagando-os com carbono de cálcio, para criar uma mistura que é levada a um processo de fundição muito quente para formar grandes bobinas de folhas de papel laminadas.


Uma das vantagens apontadas também é que esse papel mineral se degrada em seis meses, e a desvantagem é que a parte mineral não suporta tinta gel. Parece um produto promissor e a sua implementação vai depender dos financiamentos que conseguirem para a sua produção.





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