Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?

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Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão.  Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus  desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...

Como vivem pessoas criativas (2)

 Tirei umas horas para umas leituras basicas e eis que encontro uma dica para esse site : The Selby - que é de um jornalista e fotografo que fotografa as casas de pessoas. E se encontra maravilhas! Uma porque são casas de pessoas de verdade e não de mostras de decoração. Outra porque a diversidade é enorme! Pode-se escolher por profissão, por locais, por comida e até pelos animais de estimação! 

Eu escolhi meio na intuição a casa de dois designers de interiores mas tem várias outras, dá para a gente se divertir muito por lá. E até mandar as fotos da sua casa e arriscar fazer parte da galeria. Alguém se arrisca? 
 Já tinha achado um site semelhante e tinha ficado encantada. falei dele aqui em como vivem pessoas criativas
 Adorei a casa da Lindsay e do Fitzhugh (nossa que nome esquisito) pela amplidão que conseguiram em usar muito branco mas mantendo o aconchego com madeira e objetos de arte com muita harmonia.
 Eles conseguiram manter um ar de casa do interior em pleno Brooklin. Não se sente aquela coisa pesada de casa de metropole. Adoro isso!
 Em cada canto uma surpresa bem colocada. E uma vontade de estar ali, entrar para tomar um café com eles, se esparramar em uma poltrona e ir ficando.

Cada detalhe tem um ar de irreverência bem estudada o que é sinonimo de bons projetos. Já vou ali garimpar mais ambientes de mais pessoas, mais lugares... 
Casa de LYNDSAY CALEO - OURIVES E DESIGNER DE INTERIORES, E FITZHUGH KAROL - CARPINTEIRO E DESIGNER DE INTERIORES

Fonte: Vi na revista Living

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