A cidade que envelhece com dignidade

Imagem
Uma cidade envelhece como as pessoas e deixa também cicatrizes visíveis. O viaduto que já foi resposta e agora virou problema. A estação de ônibus fechada onde o eco das despedidas ainda ressoa nas paredes vazias. O casarão que insiste em existir entre os edifícios novos. Esse envelhecimento pode ser inteligente, quando as marcas do tempo ensinam sobre escala humana, sobre materiais que resistem, sobre a sombra que o concreto não fabrica. Mas, infelizmente, pode também ser um envelhecimento de abandono: quando a memória vira pretexto para a inércia, e a tradição serve para justificar o descaso. Existe uma diferença que importa muito entre preservar e fossilizar. Preservar é manter viva a conversa entre épocas. Fossilizar é cobrir a cidade com o verniz do passado e chamar isso de respeito. Uma rua medieval que ainda pulsa, ainda abriga comércio e moradia, ainda tem gente que troca palavra na soleira, continua sendo cidade. Quando para de circular, vira cenário. A cidade que envelhece be...

Luz "aumenta" espaço em flat de 20 m²


Um pequeno espaço em Paris foi realmente bem aproveitado nesse belo projeto do Escritório de arquitetura francês BETILLON / DORVAL‐BORY. 

Um dos recursos que esse escritório usa de maneira ousada é a iluminação que consegue setorizar e "ampliar" o espaço de maneira bem consistente. Leia mais sobre a iluminação AQUI e AQUI

Usando cores e contrastes entre noite e dia, o projeto minimalista consegue criar ambientes de aconchego e setorização com economia de divisórias e mobiliário.
Fonte

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Calungas, a representação da escala nos desenhos

Arte com resíduos no canteiro de obras - Mestres da Obra