Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Eco Boulevard - árvores artificiais sustentáveis

Um bairro novo em Madri. A necessidade de criar espaços de convívio que estimulassem o encontro e auxiliassem o micro clima urbano, um local meio árido. Eis o mote do Projeto de Belinda Tato e sua equipe: O Eco Boulevard de Vallecas, vencedor de um concurso para estimular a região.   


"O projeto é um compromisso com o espaço público como lugar de encontro, que é a essência da cidade compacta, a cidade do Mediterrâneo".Belinda Tato
A ideia foi a construção de três grandes cilindros que funcionam como árvores. E justo para que o ambiente pudesse contar com verde e suas vantagens, que se fosse esperar pelo crescimento de árvores reais levaria muito tempo. E a necessidade era agora.
Utilizando 90% de materiais reciclados e energia solar através de painéis na parte superior, as estruturas apostam em soluções que privilegiem o encontro sem gerar resíduos ou consumir grandes quantidades de energia e verbas.

Pelo que entendi, seriam como árvores artificiais que cumpririam o papel de propiciar um clima agradável em um local de múltiplos usos até que as árvores de verdade cresçam. Aí podem ser desmontados e reciclados.
 

Utilizando ventos e evapotranspiração para irrigar as plantas, o sistema é capaz de aumentar umidade relativa do ar e reduzir a temperatura.






Um projeto interessante, sem dúvida. Não sei se esteticamente bonito, a mim parecem mais com usinas do que com espaços lúdicos. Acho que me agradaria mais se fossem involucros de fábricas ou de atividades geradoras de poluição ambiental. Mas não posse deixar de reconhecer que tem potencial.
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