A casa também envelhece com quem mora nela
Conheci o arquiteto e urbanista Ciro Férrer em uma live sobre GeroArquitetura, onde ele falou como nasceu a sua vivência neste campo: foi cuidador da sua avó por cinco anos. Aquela experiência transformou a sua visão de ver a arquitetura não apenas como técnica, mas principalmente como uma missão humana. Eu senti uma empatia com a sua história porque é bem semelhante com a minha. Cuidei e acompanhei meus pais em época de maior fragilidade por cerca de vinte anos. E também como ele, percebi que a arquitetura deve ser uma ferramenta de resgate. De que o projetar não deve ser apenas para o momento presente, mas para ser uma prevenção e garantia de que você, nosso cliente, continue sendo o protagonista da sua própria vida, com a dignidade que merece e sem depender excessivamente de filhos, familiares ou amigos. Fui me aprofundar mais sobre a prática e a teoria de Ciro Férrer e isso me fez pensar em algo que observo há muitos anos na prática profissional. Costumamos imaginar o envelhecimen...

Olá Elenara,
ResponderExcluirO mundo precisa de mais pessoas como você.
Acredito que o caminho é este mesmo. Gosto muito de uma pergunta do James O’dea, do Instituto de Ciências Nóeticas, que uso na definição do projeto do meu blog:
“Exatamente quão viável é você como semente de futuras possibilidades?
Esses sentimentos e intuições são sintoma de otimismo ingênuo ou um reflexo mais preciso de alguma realidade mais profunda?”
Sonhar coletivamente nos leva a agir coletivamente e assim, temos o poder de mudar e ajudar no futuro do país.
Um abraço,
Cláudia
Cláudia,
ResponderExcluirQue linda essa frase, vou guardar no coração. É por aí mesmo. Adorei teu comentário, muito obrigada.
Abraços
Elenara