A casa também envelhece com quem mora nela

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Conheci o arquiteto e urbanista Ciro Férrer em uma live sobre GeroArquitetura, onde ele falou como nasceu a sua vivência neste campo: foi cuidador da sua avó por cinco anos. Aquela experiência transformou a sua visão de ver a arquitetura não apenas como técnica, mas principalmente como uma missão humana. Eu senti uma empatia com a sua história porque é bem semelhante com a minha. Cuidei e acompanhei meus pais em época de maior fragilidade por cerca de vinte anos. E também como ele, percebi que a arquitetura deve ser uma ferramenta de resgate. De que o projetar não deve ser apenas para o momento presente, mas para ser uma prevenção e garantia de que você, nosso cliente, continue sendo o protagonista da sua própria vida, com a dignidade que merece e sem depender excessivamente de filhos, familiares ou amigos. Fui me aprofundar mais sobre a prática e a teoria de Ciro Férrer e isso me fez pensar em algo que observo há muitos anos na prática profissional. Costumamos imaginar o envelhecimen...

I love Architecture

Tem vários momentos na vida dos arquitetos e estudantes em que se duvida do amor pela profissão. 


São aqueles momentos em que se perde o tesão pelo afazer, seja por problemas inerentes, seja por falta de inspiração. A Arquitetura é uma profissão de conjunto, aquela ideia do criador e uma prancheta (ou um note, ou um tablet, ou um pedaço de papel) é bonita e poética, mas é apenas um pequena parte da rotina diária de um arquiteto. A maior parte é ralação, é busca de parcerias boas e confiáveis, é gerenciamento de equipes que quase sempre se debatem em obra, quando não jogam sobre os outros, as suas faltas. É apagar incêndios todos os dias sem muito retorno. Mas enfim...porque a maioria dos Arquitetos não a abandona ???


Fonte
Porque AMAM a arquitetura. Cada um a sua maneira, cada um com as suas motivações.


Vejam essa campanha da Architecture for humanity     

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