Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida

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Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura.  Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do  renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

I love Architecture

Tem vários momentos na vida dos arquitetos e estudantes em que se duvida do amor pela profissão. 


São aqueles momentos em que se perde o tesão pelo afazer, seja por problemas inerentes, seja por falta de inspiração. A Arquitetura é uma profissão de conjunto, aquela ideia do criador e uma prancheta (ou um note, ou um tablet, ou um pedaço de papel) é bonita e poética, mas é apenas um pequena parte da rotina diária de um arquiteto. A maior parte é ralação, é busca de parcerias boas e confiáveis, é gerenciamento de equipes que quase sempre se debatem em obra, quando não jogam sobre os outros, as suas faltas. É apagar incêndios todos os dias sem muito retorno. Mas enfim...porque a maioria dos Arquitetos não a abandona ???


Fonte
Porque AMAM a arquitetura. Cada um a sua maneira, cada um com as suas motivações.


Vejam essa campanha da Architecture for humanity     

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