A casa também envelhece com quem mora nela
Conheci o arquiteto e urbanista Ciro Férrer em uma live sobre GeroArquitetura, onde ele falou como nasceu a sua vivência neste campo: foi cuidador da sua avó por cinco anos. Aquela experiência transformou a sua visão de ver a arquitetura não apenas como técnica, mas principalmente como uma missão humana. Eu senti uma empatia com a sua história porque é bem semelhante com a minha. Cuidei e acompanhei meus pais em época de maior fragilidade por cerca de vinte anos. E também como ele, percebi que a arquitetura deve ser uma ferramenta de resgate. De que o projetar não deve ser apenas para o momento presente, mas para ser uma prevenção e garantia de que você, nosso cliente, continue sendo o protagonista da sua própria vida, com a dignidade que merece e sem depender excessivamente de filhos, familiares ou amigos. Fui me aprofundar mais sobre a prática e a teoria de Ciro Férrer e isso me fez pensar em algo que observo há muitos anos na prática profissional. Costumamos imaginar o envelhecimen...




Bacana saber desta tua paixão!
ResponderExcluirAgora se eu topar com alguma peça interessante, já terá destino certo, é ótimo juntar um objeto com alguém que o aprecie.
Comigo são as câmeras, e o xodó da coleção é esta aqui (http://dl.dropbox.com/u/18898657/V%C3%A1rios/P2120001.JPG), que pertencia ao meu avô Mário...
Beijo,
Oscar
Gosto também,mas não coleciono.
ResponderExcluirEu tenho Um Relógio Cuco Nacional aqui em casa.Ele tem um horário só dele.
Uma Linda Semana!
beijos