A cidade que envelhece com dignidade

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Uma cidade envelhece como as pessoas e deixa também cicatrizes visíveis. O viaduto que já foi resposta e agora virou problema. A estação de ônibus fechada onde o eco das despedidas ainda ressoa nas paredes vazias. O casarão que insiste em existir entre os edifícios novos. Esse envelhecimento pode ser inteligente, quando as marcas do tempo ensinam sobre escala humana, sobre materiais que resistem, sobre a sombra que o concreto não fabrica. Mas, infelizmente, pode também ser um envelhecimento de abandono: quando a memória vira pretexto para a inércia, e a tradição serve para justificar o descaso. Existe uma diferença que importa muito entre preservar e fossilizar. Preservar é manter viva a conversa entre épocas. Fossilizar é cobrir a cidade com o verniz do passado e chamar isso de respeito. Uma rua medieval que ainda pulsa, ainda abriga comércio e moradia, ainda tem gente que troca palavra na soleira, continua sendo cidade. Quando para de circular, vira cenário. A cidade que envelhece be...

Vitrine (e interior) verde em loja urbana

Coisa mais gostosa uma loja assim em plena rua. Vamos combinar que já dá vontade de entrar e ficar lá dentro, não ? Pois essa proposta para uma loja em Barcelona consegue exatamente essa sensação de frescor e serenidade já nas vitrines. E ao entrar a sensação é ainda mais repousante. Paredes verdes fazem um contraponto no cinza da cidade, e parece que estamos no meio da floresta. Show de bola !  





Fotos e fonte Dezeen

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