Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto

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Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta de acesso à internet ou aos meios de comunicação. Ela se encontra muitas vezes na linguagem, na complexidade desnecessária, na distância criada entre quem comunica e quem precisa compreender. Foi com essa reflexão que participei, como assessora de acessibilidade, do 1º Congresso Gaúcho de Comunicação Pública, realizado em Porto Alegre. Promovido pela Dominus Consultoria e Capacitação em parceria com a Estratégia de Comunicação & Copy Sawitzki Inovação e Experiência Humana, o evento reuniu profissionais, gestores públicos, pesquisadores e especialistas para discutir temas que hoje ocupam lugar central na vida democrática. Ao longo do dia, palestrantes como Sandra Bitencourt, Maria José Finatto, Rodrigo Abella, Soraia Hanna, Daniela Machado, Leandro Rolim e Gustavo Ferenci compartilhar...

Aproveitando sobras de material em novos móveis

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Essa mesa é feita de sobras de acácia que normalmente iriam para a lata do lixo...ou para a lareira. Essa mescla de tonalidades e o próprio acabamento sem forma sinalizam o caráter único da proposta.   


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E aqui aproveitando pedaços de velhas cadeiras, esse fabricante italiano criou novas peças, todas também com esse caráter de exclusividade.
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Acima - design de Ryan Frank - cria uma série de mobiliário construídos a partir de restos de mesas de escritório usadas.

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E que tal esse aproveitamento de chapas de carros usados ? Tá, vamos convir que o resultado pode ter ficado assim meio over, mas a ideia é bem interessante e merece uma olhada com carinho.

Essa estante quase minimalista é trabalho de Amy Hunting e é de uma simplicidade franciscana mas com um resultado bem bacana
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E essa bela poltrona que mostra como um bom design pode aproveitar com beleza sobras de madeiras. Ou seja, para todo problema de resíduos pode existir uma boa solução, mais artesanal ou mesmo mais industrial. O que importa é se debruçar sobre a questão, contratar um bom designer e aproveitar aquele nobre material que poderia ir fora. 

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