Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...





Oi, Elenara!
ResponderExcluirFazia tempos que não vinha aqui...
Adorei a dica de leitura!
Vou ver se encontro o livro para comprar.
Vi que você queria o Orofluido!
Se ainda não conseguiu, estou vendendo.
Passa lá no blog e confere: http://serumalady.blogspot.com
Beijinhossss
Elenara:
ResponderExcluirAlgumas semanas atrás, ouvi a entrevista dele na Band News.
Ele também escreveu Admirável Mundo Velho.
E pro ano que vem :
Pequeno dicionário brasileiro ilustrado da língua morta. Exemplo: Aprumar: Ir pra frente, vencer na vida. Dava gosto ver filho de pobre aprumando na vida. Noel: “Eu vou pra luta/pois quero me aprumar.
Beijos
PS: Boa Leitura!