Arquitetura, longevidade e o afeto como tecnologia

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Minha jornada é feita de arquitetura, escritas, buscas de pesquisadora e o ato de comunicar. Tudo junto. Amalgamado. São essas as moradas onde habito e onde meus sentimentos criam raízes.   Entre plantas baixas, livros, encontros intergeracionais e projetos coletivos, fui encontrando um eixo comum: o afeto como tecnologia humana. Esta percepção sustenta meu trabalho e define minha atuação entre a técnica e a escuta, entre os espaços e a cidade que temos e os que precisamos construir. Fundamentos Técnicos e o Olhar para o Futuro Sou arquiteta formada pela UFRGS (1982), com especialização em Engenharia de Produção focada na construção civil pela mesma instituição (1998). Esta base técnica me permite atuar com precisão na criação de ambientes seguros, onde o desenho arquitetônico serve como suporte para a autonomia ao longo da vida.  Minha prática profissional hoje é dedicada à pesquisa em gerontoarquitetura e ao conceito de aging in place, a capacidade de viver em sua própr...

Arquitetura lúdica em espaços de lazer

Estava pesquisando espaços de lazer quando essa imagem aí de cima me chamou a atenção.  Adoro os desenhos que revelam as intenções de projeto. Eles dizem tudo da concepção do arquiteto e revelam o lado lúdico que norteou a ideia básica. 

Esse projeto super interessante de equipamento público recebeu o 1° Prêmio – Obra Construída – Interiores e Paisagismo na Bienal Internacional de Arquitetura de Brasília – 2006. Projeto do Arquiteto Fabiano Sobreira  para resgatar um espaço degradado em uma escola pública em Brasilia, o arquiteto sugeriu que a própria arquitetura pudesse ser vivenciada e apropriada de forma criativa pelas crianças. Eu gostei demais do resultado. Ele revela o potencial da Arquitetura de criar soluções inovadoras, brincalhonas e uteis.
Leia a íntegra do projeto AQUI






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