A cidade que envelhece com dignidade
Uma cidade envelhece como as pessoas e deixa também cicatrizes visíveis. O viaduto que já foi resposta e agora virou problema. A estação de ônibus fechada onde o eco das despedidas ainda ressoa nas paredes vazias. O casarão que insiste em existir entre os edifícios novos. Esse envelhecimento pode ser inteligente, quando as marcas do tempo ensinam sobre escala humana, sobre materiais que resistem, sobre a sombra que o concreto não fabrica. Mas, infelizmente, pode também ser um envelhecimento de abandono: quando a memória vira pretexto para a inércia, e a tradição serve para justificar o descaso. Existe uma diferença que importa muito entre preservar e fossilizar. Preservar é manter viva a conversa entre épocas. Fossilizar é cobrir a cidade com o verniz do passado e chamar isso de respeito. Uma rua medieval que ainda pulsa, ainda abriga comércio e moradia, ainda tem gente que troca palavra na soleira, continua sendo cidade. Quando para de circular, vira cenário. A cidade que envelhece be...
Oi Elenara, tudo bem?
ResponderExcluirVi este vídeo e achei tudo ótimo, pena que estes móveis são caros para quem realmente precisa deles. Pelo que percebi nos comentários do You Tube, tanto nos EUA quanto aqui.
Um beijo!
Maria Alice Miller
www.casacomdesign.com.br
É, realmente é uma pena que pecas tão uteis sejam caras e pouco acessíveis ao bolso de quem realmente precisa delas. Um nicho a ser explorado por bons profissionais e empresas nacionais.
ResponderExcluirBeijos e é bom te ler por aqui
Muito legal!!!
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