A casa também envelhece com quem mora nela

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Conheci o arquiteto e urbanista Ciro Férrer em uma live sobre GeroArquitetura, onde ele falou como nasceu a sua vivência neste campo: foi cuidador da sua avó por cinco anos. Aquela experiência transformou a sua visão de ver a arquitetura não apenas como técnica, mas principalmente como uma missão humana. Eu senti uma empatia com a sua história porque é bem semelhante com a minha. Cuidei e acompanhei meus pais em época de maior fragilidade por cerca de vinte anos. E também como ele, percebi que a arquitetura deve ser uma ferramenta de resgate. De que o projetar não deve ser apenas para o momento presente, mas para ser uma prevenção e garantia de que você, nosso cliente, continue sendo o protagonista da sua própria vida, com a dignidade que merece e sem depender excessivamente de filhos, familiares ou amigos. Fui me aprofundar mais sobre a prática e a teoria de Ciro Férrer e isso me fez pensar em algo que observo há muitos anos na prática profissional. Costumamos imaginar o envelhecimen...

Transitions Towns

Transitions Towns é um movimento que visa a união coletiva pela busca de um design de transição das nossas  cidades para uma lógica mais sustentável. Através da busca coletiva de soluções para as questões urbanas mais preementes como novas formas de consumo e uso de matrizes energéticas mais sustentáveis.

http://transitionbrasil.ning.com/

Um exemplo : TOTNES (UK)



A cidade de Totnes é o exemplo do movimento pelas cidades auto-suficientes e contra as alterações climáticas. Localizada na Inglaterra, com menos de 10.000 habitantes, uma tipica cidade pequena inglesa que é a cidade de transição mais desenvolvida do mundo, pioneira do movimento das comunidades que lutam pela redução do consumo de energia e de carbono, e com o desafio é encontrar a auto-suficiência. Foi criada uma moeda própria :  a libra de Totnes, que permite que haja um gasto menor de energia no consumo de mercadorias locais.  

"O grande objectivo de Totnes, como cidade de transição, é a relocalização da produção, da distribuição e do consumo, e que a maioria dos postos de trabalho seja ocupada por gente da zona, e que os alimentos, a energia e a água sejam gerados na própria comunidade. "O importante é pensar em termos globais e actuar em termos locais", afirma Longhurst, "e estarmos preparados para a crise sem nos sentirmos infelizes com isso."
Leia o artigo completo AQUI


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