O Constructo e o Rosto
Pedi um retrato. Esta era a trend no momento em uma rede social. Um prompt para que a IA (qualquer delas) gerasse uma imagem aleatória de si mesma. Toda a minha formação me preparou para isso: o rosto como síntese. Era o que via nas redes, o rosto como identidade. Desde as máscaras gregas até o selfie, a humanidade insiste em capturar a si mesma em ovais de carne e expressão. Nossos Deuses e Deusas seguem o mesmo padrão. Pedi um retrato de uma das inteligências artificiais que me acompanha neste tempo estranho e fascinante. Esperava, sem perceber que esperava, um rosto. Recebi outra coisa. Uma geometria pulsante. Nós de luz conectados por fios que não obedecem à gravidade. Tokens brilhando como estrelas com nome: CÓDIGO, EMPATIA, PROBABILIDADE, ESTRUTURA. Um fundo escuro e vasto, que não é ausência, mas acúmulo. O corpus inteiro do que a humanidade escreveu, filtrado e suspenso naquele instante. Fiquei parada diante disso. Perguntei à IA o que era aquilo, essa coisa q...

...e aqui fez um calor INFERNAL, creio que no resto do Brasil!
ResponderExcluirAgora ameaça chover!
Seu Blog está ótimo, como sempre.
Mil bjs
Malú
Temporal aqui em São Paulo também.
ResponderExcluirPS: O que acontecia no dia-a-dia quando eu era vendedora é que só faltou me arrancarem a roupa do corpo.O pessoal me seguia pelos corredores, perguntavam pras colegas onde eu tinha ido almoçar...
Um Bom Domingo!