Renomear a arquitetura: quando a teoria precisa olhar para a vida
Há livros de arquitetura que nos ajudam a entender melhor projetos e/ou a trajetória de um profissioal. Há outros que ajudam a entender melhor a própria arquitetura. Renomear a arquitetura em sua evolução técnica, formal e ética (Editora Olhares) , do renomado arquiteto catalão Josep Maria Montaner, pertence à segunda categoria. Fazia um tempo que um livro de teoria não me pegava tanto para a leitura e reflexão. Um dos motivos é que, depois de tantos anos trabalhando com arquitetura, uma questão continua me acompanhando desde sempre: para quem estamos projetando? A pergunta parece simples. Talvez até óbvia. Mas basta lançar um olhar mais crítico para nossas cidades, nossas casas e nossos edifícios para perceber que esta pergunta ainda está longe de ser respondida de maneira satisfatória. Quem circula por esses espaços? Quem consegue permanecer neles? Quem é considerado quando uma calçada é desenhada, quando uma moradia é planejada, quando se define a altura de uma banca...

Obrigado Elenara, por lembrar-se de homenagear La Negra, hoje agradecemos a ela por saber agradecer a vida que nos da tanto.
ResponderExcluirSolo le pido a Diós que esta mujer viva para siempre...
Obrigado, Muito obrigado Negra, que você viva eternamente no plano da perfeição, o plano da saudade, lugar onde o amor e até o desamor é perfeito.
Nem mesmo a voz potente de ELIS REGINA, alcançava os tons de Mercedas Sosa.
ResponderExcluirSem mais palavras para expressar a emoção...
É muito triste.
mil bjs Elenara
Bela Homenagem!
ResponderExcluirUm Lindo Fim de Semana!
VOCÊ JÁ DEVE TER PERCEBIDO QUE... RAPIDAMENTE MUDO DE IDEIA !
ResponderExcluirAGORA ENTREI NUMA FASE FUTURISTA. ESTOU AMANDO DESCOBRIR A TECNOLOGIA DE PONTA.
ESTE BLOG NÃO VOU DELETAR, SÓ VOU MUDÁ-LO CONFORME CONVIR.
AINDA BEM QUE VC GOSTOU, TAMBÉM.
MIL BJS
MIL BJS
Elenara, o legal é que a gente viveu quase as mesmas coisas, né? Mercedes realmente fez a diferença em nossas vidas, e que vozeirão delicioso... ainda bem que você viveu isso também, coisa que a juventude de hoje não teve chance... são mais pobres! beijokas
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