Quando o clima muda, quem cuida de quem envelhece?
Gosto de caminhar pelas ruas de minha cidade. Moro há 50 anos nesta Porto que já foi mais alegre. Envelheci caminhando pelas lombas e ruas que eram corredores verdes, luta de quem subia em árvores e das pessoas que se reuniam aos vizinhos para lutar pelo seu entorno. A cidade também envelheceu. As concepções urbanas de conquistas ambientais meio que se perdem na memória dos transeuntes apressados. Dizer um bom dia já causa mais espanto que sorrisos. Todos correm na cidade que acumula poças de água em dias de chuva cada vez mais frequentes. E podas cada vez mais catastróficas. Temo imaginar como será no verão. Pelo que leio dos verões em outros hemisférios, há cada vez mais ondas extremas. Fico imaginando onde encontrar sombras, cada vez mais escassas. Assim como bancos públicos, sem falar das calçadas com seus desníveis conhecidos, aqueles que a gente aprende a evitar depois de alguns tropeços. Imagine os novos. Aqueles consertos de empresas, meio mal feitos, que logo são de...
Olá,
ResponderExcluirTrabalhamos com assessoria de imprensa e um de nossos clientes é a empresa fabricante de esquadrias de PVC, Weiku.
Gostaríamos de saber o e-mail para enviarmos informações sobre a marca.
Grata,
Monique Becker
Presse Comunicação Empresarial
www.presse.inf.br
Várias vezes já me vi no impulso de escrever algo assim. Me tirou as palavras da boca!
ResponderExcluirTexto perfeito!
bj
Engraçado como várias pessoas pensam do mesmo jeito...
ResponderExcluirDe quando é esse texto?
Não conhecia Bertold Brecht...
Eu gosto, como você arquiteta sua arquitetura, seu pensamento e seus poemas e versos
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