Café Alta Política- Metamorfose da Vida

Imagem
No Café Alta Política, no dia 14 de agosto de 2026, tive a oportunidade de representar o Coletivo Metamorfose da Vida e falar sobre envelhecimento, autonomia e o papel que cada pessoa pode assumir na construção da própria longevidade. O Café Alta Política é organizado por Julio Pujol e Giselle Hubbe. Um encontro no belo café do Margs em Porto Alegre. Este foi o 60º e teve como tema Leituras do Envelhecer. Junto comigo para um bate papo, o ex-vereador e Secretário Adjunto de Inclusão e Des. Humano de Porto Alegre e Vinicius Kaster, Secretário Adjunto de Esportes de Porto Alegre. Falei sobre minha formação como arquiteta, mestre em Engenharia de Produção e integrante do coletivo Metamorfose da Vida, e como uma experiência mudou minha maneira de olhar para a vida e para a arquitetura: durante cerca de 20 anos, acompanhei o envelhecimento e o adoecimento dos meus pais. E aprendi como a sala de espera de uma UTI pode ser uma espécie de pós-graduação sobre a condição humana. A partir dessa ...

Transitions Towns

Transitions Towns é um movimento que visa a união coletiva pela busca de um design de transição das nossas  cidades para uma lógica mais sustentável. Através da busca coletiva de soluções para as questões urbanas mais preementes como novas formas de consumo e uso de matrizes energéticas mais sustentáveis.

http://transitionbrasil.ning.com/

Um exemplo : TOTNES (UK)



A cidade de Totnes é o exemplo do movimento pelas cidades auto-suficientes e contra as alterações climáticas. Localizada na Inglaterra, com menos de 10.000 habitantes, uma tipica cidade pequena inglesa que é a cidade de transição mais desenvolvida do mundo, pioneira do movimento das comunidades que lutam pela redução do consumo de energia e de carbono, e com o desafio é encontrar a auto-suficiência. Foi criada uma moeda própria :  a libra de Totnes, que permite que haja um gasto menor de energia no consumo de mercadorias locais.  

"O grande objectivo de Totnes, como cidade de transição, é a relocalização da produção, da distribuição e do consumo, e que a maioria dos postos de trabalho seja ocupada por gente da zona, e que os alimentos, a energia e a água sejam gerados na própria comunidade. "O importante é pensar em termos globais e actuar em termos locais", afirma Longhurst, "e estarmos preparados para a crise sem nos sentirmos infelizes com isso."
Leia o artigo completo AQUI


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cortina verde na fachada

10 motivos para NÃO fazer arquitetura

Processo da Arquitetura

DIREITO À PAISAGEM